segunda-feira, 20 de abril de 2009

Essa "tal" química entre as pessoas.



Ouço tantas coisas sobre essa “tal” química entre as pessoas que tentarei discutir um pouco sobre este assunto.

Em minha opinião, existe sim essa química, pois é algo que às vezes se torna inexplicável.
É algo mais forte, não só sendo uma atração física.
Acontece algo onde às vezes sem ao menos beijar a outra pessoa, o corpo já vibra por dentro, pensamentos vão criando imagens fantasiadas.
Mistura de paixão repentina com um desejo ardente.
Os olhares se misturam no meio desta confusão levada pelo instinto, onde tudo se corresponde no ato.
Em segundos, descobrem o que estão desejando nesta hora.
Ao olhar nos olhos, logo dá um frio por dentro que chega a dar calafrios.
É divino, é respirar felicidade, é ver o sol em uma noite de trovoada.
No meio desta química, nasce uma pitada de adrenalina, aventura, se faz do desejo pensado, realizado!
O beijo é mais forte, o toque é sensível, dá até choque.
São normais essas coisas.
Quando existe uma química, uma pessoa pode ficar sem ver a outra durante anos, que ao se reencontrarem, logo vem tudo novamente despertando por dentro.
Muitos se perguntam:
O que é isso? É incontrolável!
Fala sério!
Existe coisa melhor do que estar com uma pessoa onde tem essa química?
Tudo se encaixa tudo se torna explosivo de paixão, desejos.
É MUITO BOM! Ainda mais concretizando esta química.
Não se deve confundir o conforto de estar com uma pessoa com a química.
Acontece quando os componentes da mistura são diluentes, não reagentes. Um dilui o outro e nada mais. Nada muda!

Veja bem:

“Este é o primeiro e mais puro significado”:
Se duas substâncias têm química entre elas, é porque elas reagem entre si. Elas se atacam, deixam de ser elas mesmas e produz algo novo, um produto de sua reação.
Misture um ácido e uma base (alcalina) e você obtém certo sal e água. Não é só mistura; é reação, até explosiva em certos casos.
Sem reação não estamos falando de química, estamos falando de física, ou quando muito, de físico-química.
Em outras palavras, eles precisam, conforme sua natureza, serem complementares e reativos, e que estejam dispostos a reagir, a interagir. Podem até ser diferentes, mas se um não “despertar” o outro, se um não “provocar” o outro, continuam sendo uma mera mistura de dois diferentes.
Por mais que você agite e agite, nunca dá química. Assim que acaba a agitação, vai cada um para o seu lado, inalterável. Incompatíveis, não-reativos, apáticos, chamem do que quiser. Misture-os, gaste tempo e energia com isso, mas você continuará sem novidade alguma. E sem mudança.
Na liderança são os que seguem cantando “tu no teu cantinho e eu no meu”.


(Sabrina Receputi)

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