sábado, 7 de novembro de 2009

Fofoca? Tô fora!



Pois é, a distorção de um acontecimento é algo que se transforma em um inferno, dependendo do que se trata.
A fofoca é uma coisa muito feia, chata, irritante!
Eu não tenho paciência para aqueles que chegam perto e começam a falar baixinho, contando um caso com a boca escorrendo o veneno de transmitir o fato.
Falam assim:
Nossa! Vou te contar uma coisa, mas oh, morre aqui ta?
Ninguém pode saber.

Putz! Já está fazendo errado só de começar a deixar escorrer esse veneno de cor esverdeada e espumosa.
E quando uma pessoa escuta um assunto e logo vai contar o que ouviu, só que com inúmeras palavras a mais do que na verdade ouviu.
Não sei o que é pior, veja bem:
Quem faz a fofoca ou quem para escutar a informação toda errada ou cheia de pensamentos negativos.
Torna-se um corroído tremendo!
Acho isso até interessante, pois todos nós vivemos em um Big Brother cotidiano, não acha?
As câmeras humanas estão sempre por perto, observe!
O papo é sempre igual ao assistir um ser transmitindo uma fofoca.

Tudo bem que não vou dizer que nunca comentei algo, mas nada que não fosse relevante.

Tem gente que parece viver disso, parece um radar ambulante.



Penso que quem adora esse tipo de coisa, realmente não tem o que fazer, ou melhor, a língua deve coçar tanto que não agüenta ficar quieta.
Ou a vida é tão vazia ao ponto de não ter graça de cuidar da própria vida, deve ser algo monótono.

Acho isso tudo uma falta de respeito, que me dá vontade de mandar pra bem longe quem chega perto de mim querendo falar demais.

Já diz a música de Claudia Leite (Babado Novo):

“Ta na boca do povo, babado, babado novo”


(Sabrina Receputi)

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