sábado, 7 de novembro de 2009

Nas ondas do rádio.




Hoje resolvi escrever um texto sobre algo que gosto muito, e falarei algumas coisas que pode ser que alguns não saibam.

Muitos ignoram o rádio e apenas usam para ouvir suas músicas preferidas quando percebem estar tocando em determinado momento, mas não sabem como funciona para que chegue até a ele o que está sendo transmitido.




Sinto uma relação interessante do ouvinte com o locutor, pois o ouvinte acaba montando na cabeça uma imagem daquele locutor que se torna “preferido”, sem ao menos saber como ele é na verdade, tudo por causa de sua voz.

As estações de rádios conseguem atingir públicos que outras mídias não estão presentes e acabam se tornando um companheiro diário para aqueles ouvintes “fiéis”.
Existem as veiculações publicitárias, mas as mais usadas são os “spots” que vão 5 a 60 segundos de duração.




Particularmente acho interessante os efeitos sonoros, uma boa voz para fazer a locução, as músicas para a gravação de algum spot, e até mesmo o silêncio ao passar alguma informação, pois são os principais elementos da linguagem radiofônica.
Quando ouço uma programação de rádio, observo os detalhes, observo como são passadas as informações, a maneira em que interpretam.

Quero muito trabalhar com isso também e não vejo mistérios, a não ser descobrir os segredos para que aconteça uma boa transmissão de informações.
Me sinto bem quando gravo algo, quando tenho um contato maior com essa área.
Gosto do modo direto para que essas informações possam ser passadas ara os ouvintes.
Uma boa dicção e voz fazem com que o radialista alcance tranquilamente o ouvinte de forma carinhosa, pois é como eu falei logo a cima, o locutor se torna um amigo no cotidiano dessas pessoas.

Dar ênfase à entonação, à respiração, à atitude, ao ritmo interno e as pausas de tensão do texto são fundamentais.

A sonoplastia ambienta o ouvinte e isso me deixa extasiada.
Claro que não vale abusar dessa sonoplastia, NE?

Os “jingles” são produzidos de forma memorável e envolvente, para que possa mesmo deixar a informação com o ouvinte.
Muitos preferem ouvir CDs a deixar uma estação de rádio ligada, mas, desde que essa estação seja boa, vale a pena.




É importante dar valor a isso também!

Não seja tão infiel com aquele que pode ser seu amigo diário.
Eu ouço rádio, curto as novidades que me oferece.
Surge uma “afinidade”, repare isso.

Claro que não consigo ouvir qualquer estação, tem que ter uma programação que me prenda que me envolva.




(Sabrina Receputi)

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