terça-feira, 2 de junho de 2009

Um dia desses "1984".



Bom, há uns dias atrás, li um livro que até então não passava de um trabalho de faculdade o motivo, mas ao começar a ler, a imaginar como foram os acontecimentos, me peguei presa e atenta a cada detalhe ali escrito.
O livro é de George Orwel, produzido em 1948, mas por pressão dos editores, inverteram o título.
Existe também o filme para aqueles que não gostam de ler.



Enfim:

Fiz um resumo dessa belíssima obra e postarei aqui em meu blog.


Orwel colocou como principal assunto, a transformação da realidade.
Conta à história de Winston smith, membro do Partido externo, funcionário do Ministério da verdade.
Winston tinha a função de reescrever e alterar dados de acordo com o interesse do partido, mas questionava a opressão que o Partido exercia nos cidadãos.
Winston era vigiado pelas tele telas e diretrizes do Partido e não só ele como todos, sabiam que qualquer atitude suspeita, seria dado o seu fim não só em questão do programa de TV como sumir de fato.
Winston por se sentir preso, comprou um bloco e um lápis e começou a escrever para extravasar, escondido de todos, pois esses artigos de venda eram proibidos.
O primeiro desabafo foi:
“Abaixo Big Brother!”
As propagandas do Partido se tornaram quase impossíveis, já que o futuro, presente e passado eram controlados pelo Partido.
Com o passar do tempo os nazistas chagaram ao poder financiado também por setores dos EUA, para combater o avançado do comunismo.
A mentira do Partido era a prova que Winston procurava para si, por conter algo sujo na Oceania. Com isso, Winston jogou no buraco da memória o papel que poderia incriminá-lo.
Membros do Partido recebiam normas sobre não poder se comunicar, principalmente com sexos opostos, podendo somente assuntos de trabalho.
Mas, Winston desobedeceu a essas normas, conhecendo Júlia e a encontrando escondido de todas tele telas, em um local secreto.
Apaixonou-se, se tornaram companheiros de “guerra”.
Winston demonstrou ser perigoso à ordem e ao progresso.
Passou a crer que a Fraternidade não era apenas peça de propaganda.
O casal foi até O’Brien, em um encontro.
Perceberam que desligaram as tele telas na casa luxuosa de O’Brien, ficando sem perceber uma escondida em um quadro.
O encontro foi interrompido por guardas, levando Winston para uma cela no Ministério do Amor.
A verdade pertence ao partido, já que este controla a memória das pessoas.
Wnston foi torturado, drogado, até que começou a aceitar o mundo de O’Brien e passou ao estágio seguinte, confessando todos os seus crimes.
A única forma de ele escapar seria renegar i perigo maior ao Partido, o amor à outra pessoa acima do Grande Irmão.
Gritou: Pare. Faça isso com a Júlia.
Ele foi libertado, mas as tele telas mostravam o seu rosto confessando todos os seus crimes.
Teve a sua posição rebaixada para um trabalho ordinário em um sub-comitê.
Júlia também escapou.
O Partido os separou e só se encontravam ocasionalmente.
Winston adaptado ao mundo, ama o Grande Irmão.



Acredito que consegui falar o assunto, a história desse livro.
Depois fazendo uma comparação, percebi a realidade do BBB.
O Big Brother transmitido para nós aqui no Brasil e assim em mais 27 países, tiveram mais de uma edição.
Mas, o Big Brother não é aquele participante que é observado e sim o que observa os participantes.
Aqui no Brasil, o Boninho é o “Grande Irmão”, pois ele é que dita as regras e normas que cada participante deve fazer, falar em determinado momento.
Nada é espontâneo dentro do confinamento.

É isso, achei curioso e espero que tenham gostado.

(Sabrina Receputi)