sábado, 1 de agosto de 2009

Verdade ou Mentira?




Vivo ou morto?

Quem não se lembra desse programa de pegadinhas que passava na TV há anos atrás?

Pois então, quem negara que não vivemos em cima de um grande tabuleiro repleto de pecinhas e pegadinhas para nos fazer perder?

Mas, esse jogo com sua naturalidade de vida, chega ao seu final com todas as cartas na mesa e desvendadas com grandes acertos.
Isso se chama “jogo da vida”?

Esta se tornando difícil saber quando uma palavra é realmente verdadeira ou mentirosa.
E quando a gente sabe da mentira do próximo por menos que seja?
Dá uma vontade de agir de forma que mostre que a mentira que está dizendo está estampada na cara da pessoa.

Mas, do que adiantaria, né?
Cada um sabe o que faz e como faz.

Eu sabendo de mim e de minhas verdades, é o que me importa.

(Sabrina Receputi)

terça-feira, 28 de julho de 2009

O Rato ou Eu...




Imagine você em sua casa feliz e do nada aparece um rato para te atormentar.
Você não dorme bem, fica com aquele roedor roendo o que é seu, seus pensamentos, sua tranqüilidade, e nada de você relaxar.

A mesma coisa penso do humano que te faz mal, te atormenta sentimentalmente te fazendo sofrer.

Em ambos os assuntos aqui comentados, os dois são "pestes" que irritam, não acham?

Sinceramente, nada como deitar a cabeça no travesseiro e descansar em paz!

Nada como mirar esse rato e esmagá-lo com toda força!
Seja com os pés, vassoura ou até mesmo com o desprezo.
É questão de amor próprio e de querer ficar tranqüilo.
E não vem com esse lance de "dó", de não agir assim, pois, cada um tem o que merece!


(Sabrina Receputi)

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Bons fluídos.




O que me leva a essa altura das horas postar algo aqui?

Talvez por eu sentir a emoção de estar vivendo em paz e livre, talvez por eu ver e estar em boas companhias em pelo menos algumas horas do meu dia.
Seja pessoalmente, seja virtualmente, isso não importa.

O importante é estar PRESENTE!

Sentir que faz o bem ao outro é muito gratificante, é uma satisfação sem preço e tem mais, chega a trazer um sorriso sem igual.

A emoção de poder conversar coisas engraçadas e reais é contagiosa.
Dividir bons momentos então, nem se fala.
É uma vibração recheada com uma energia boa e isso é transmitido e transportado, seja lá da maneira que for!

É uma pena que existem pessoas que não sabem saborear e muito menos dividir essa alegria, essa paz interna.
Basta olhar o povo lá fora de seu controle.
É gente deixando de ser feliz por inúmeros pecados.
Mas, se tratando do bom sentimento, sem qualquer tipo de mágoa, digo que deixar que essa “luz” brilhante e linda invada a vida como um belo raio de sol entrando pela sua janela deixando o seu calor, é algo que vale muito a pena sentir, viver, “saborear”.

Seguir com bons pensamentos são sinais de bons fluídos.
Ter boas amizades e conquistas, nem se falam.


(Sabrina Receputi)

domingo, 26 de julho de 2009

Semelhanças e diferenças.




Ao sair de um local para outro, a gente se depara com rostos diferentes e lugares também.
Veio em minha mente do nada, o fato de milhares e milhares de pessoas que nunca vimos e nem nunca iremos ver por esse mundo a fora.
Achei interessante por ter sempre um alguém que lembra um outro alguém por sua aparência, gesto, apesar de tão diferentes na realidade.
A semelhança faz por um instante voltar na mente, algum acontecimento ou alguém.
Pode fazer lembrar de um amigo da época de escola que não se vê há séculos, como também um grande amor no passado.
Mesma coisa acontece ao olhar um lugar e do nada se lembrar de um outro local por tamanha igualdade.
Fico pensando nesses simples acontecimentos e observando tudo o que acontece com a gente.
Com isso, com esse tanto de pessoas pelo mundo a fora, como deve ser a vida de cada um?

Muitos vivem realidades semelhantes demais a de inúmeras pessoas por ai, mas com finalidades diferentes.
De uns, a gente até imagina, né?
Cada um com a sua vida, seus costumes, vícios, manias, queixas, alegrias.

Uns morrendo, uns chegando ao mundo com tudo, mas cada um com a sua meta de vida, a partir de sua escolha inicial e pessoal.



(Sabrina Receputi)