sábado, 24 de outubro de 2009

A alma do negócio





Após assistir o documentário: Criança, A Alma do Negócio, pude observar como a publicidade voltada para o público infantil “manipula” a mente das crianças.

Foi dirigido pela cineasta Estela Renner e produzido por Marcos Nisti.

Pude observar que em apenas 30 segundos a publicidade faz com que a marca influencie cada uma delas criando o desejo de compra.
Na maioria das vezes, acontece delas entenderem a informação e querer logo conter o que é mostrado, como pode também acontecer de não entender e passar despercebido.
Por causa do lucro buscado por várias empresas, a mídia acaba fazendo dessas crianças o motivo para o consumo e isso é algo que mexe mesmo com a cabeça delas por causa da forma em que elas são persuasivas.
Hoje em dia, aproximadamente 70% das decisões de compra estão sendo envolvidas por essas crianças.
A publicidade fala com elas todos os dias, de uma forma que prende a atenção destas e assim constrói esse desejo de ter o produto.
Enquanto que os pais conversam com elas de vez em quando e também parecem não saber como controlar essa realidade.
A publicidade usa uma linguagem direcionada para crianças, mostram brindes, brinquedos, dentre outros produtos.
Nessa publicidade, a mídia mostra outras crianças usando o que estão anunciando e começa a criar a competição entre elas.

Exemplo:

O meu é mais bonito!
O meu é melhor!

Envolve de forma que, consumindo, “você” será aceito como consumidor e isso começa com o público infantil que, por sinal, quer tudo o que vê, se imagina com o produto e se não tem, é motivo de pirraça e choro.
Como que os pais irão negar? Parecem ser manipulados pelos próprios filhos e compram o que os mesmos querem.
Até celulares estão sendo consumidos pelo mundo infantil, sendo que não é uma coisa necessária.
48% dessas crianças possuem celulares, assim conta este documentário.
Estão envolvidos pela novidade da tecnologia, por produtos até mesmo de adultos.

Essa publicidade dirigida para o público infantil chega a ser criada de propósito.
O mais interessante é que querem ter o produto, mas muitas não usam o que tanto pediram.
O documentário mostra uma menina com inúmeros pares de sapato e que usa, na maioria das vezes, o mesmo.
Mostra também, uma garotinha que queria a coleção da boneca Barbie, ganhou e não brincava com elas, deixava guardado.
Ou seja, o consumismo está falando mais alto desde cedo.
Com tantos comerciais direcionados às crianças e até mesmo os que não são, fazem com que estas conheçam o produto até mesmo apenas pelo logotipo, fazem com que elas saibam de marcas que estão no mercado e que nem os próprios pais sabem, na realidade.

Eu, particularmente, não concordo com essa forma de publicidade infanto-juvenil, pois, por mais que seja direcionado para cada tipo de pessoa, está se tornando um jogo onde sabem que a chance de venda é maior.
Penso que pode ser voltada para esse público-alvo sim, sem dúvidas nenhuma, mas não criando a competição e comparação em cada uma delas e assim também o desejo apenas de ter.
Não concordo em ver que estão apenas usando esse público por dinheiro, lucros.
Crianças devem brincar, aproveitar o memento certo de cada fase da vida e por último, a do consumo.



Trailler do documentário: http://br.youtube.com/watch?v=rW-ii0Qh9JQ


(Sabrina Receputi)

Publicidade na Internet




Publicidade na Internet


Como podemos observar, o jornal era um meio de comunicação que batia o Recorde, mas hoje, a internet vem criando forças em nosso meio de comunicação.
Enquanto o jornal informa com notícias do dia anterior, a internet está sempre atualizada e informa a notícia do “agora”.

Um bom exemplo para isso é o Twitter.

Quem não usa o Twitter hoje em dia, é considerado até desatualizado, pois as notícias ali postadas são do momento atual e podem ser discutidas no mesmo momento em que as mesmas são postadas.
Quem mexe no Twitter sabe do que estou falando.

Os meios de divulgação na internet são:

Web Site: Tem no caso uma página divulgada na internet que mostra a sua marca.

Hot Site: É um pequeno site planejado para apresentar e destacar uma ação de comunicação em algum site do seu ramo.

Mail Marketing: É um meio de comunicação que gera polêmica por causa do spam, mas um email formulado de acordo com as regras, pois existem, não entra na caixa de entrada da pessoa como spam.

“É a informação indo até a pessoa.”

Links Patrocinados: Passa para a pessoa o que ela quer e na hora em que ela quer.
Diferente do panfleto ou jornal que é lida a informação, mas não está presente quando é preciso de fato, pois muitos jogam fora após ler.

Blog: É uma forma que o usuário tem para dizer o que pensa sobre determinado assunto e é discutido com pessoas de diversos lugares o assunto através dos comentários postados.
Isso pode ser de forma positiva ou não.

Mídias Sociais: O usuário tem o poder de gerar conteúdo e compartilhar informações através de perfis privados, tudo através das plataformas digitais.

Exemplo: Orkut, Twitter, Face book, YouTube.

Virais: É feito sem saber ao certo qual será o resultado.
Ele sendo bem feito, os usuários vão postando o mesmo em blog, twitter, dentre outros.

Como criar para a internet - linguagem: Sabendo utilizar, se pode criar com vários estilos de linguagens. Torna-se diferente dos Aplicativos web.

Aplicativos web: São sistemas de informática projetados para a utilização através de um navegador, na internet ou até mesmo redes privadas. É um conjunto de programas que é executado em um servidor.

Se for observar, até no próprio Orkut já está havendo Publicidade de acordo com o perfil de cada usuário.

A cada dia, encontram novos meios de levar até a pessoa com mais facilidade o que querem de fato informar ou divulgar.
Isso vem só aumentando.



(Sabrina Receputi)

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Comida Japonesa




É de me deixar extasiada a Culinária Japonesa.

É um tipo de refeição que de início causa um nervoso de querer degustar, mas sabendo degustar, sentir cada especialidade da comida japonesa, é de não querer mais no dia-a-dia a tradicional comida Mineira.
Não que eu esteja desmerecendo a nossa Culinária Mineira, pois eu também adoro!

Mas de fato a comidinha japonesa me faz sentir um prazer em saborear cada detalhe, cada tipo de espécie, é sem explicação.

Confesso que quando comi pela primeira vez, eu não achei nada bom.
Mas, depois eu quis experimentar novamente e quando percebi, eu já estava completamente encantada por essa culinária.

Muitos dizem e é verdade, é um vício!
Mas, cá entre nós, é um vício saudável, prazeroso.
Que isso!
Se nossa população tivesse esse vício somente, seria muito mais tranqüilo caminhar pelas ruas da cidade.

Sem ironias.

Eu apoio à curiosidade de quem não experimentou experimentar!
Vale a pena conhecer o diferente de nosso costume e sendo gostoso, bem feitinho, não terá porque se arrepender.
Existem inúmeras variedades.

A cada dia me apaixono mais por essa delícia japonesa.



(Sabrina Receputi)

"DR" demais, se torna fatal





De início direi o que acho desse tal momento de “DR”.


Acho um saco! Desculpem a expressão, mas não tem coisa mais cansativa que aquele papo de “precisamos conversar”.
É um momento de tensão para mim.

Em meu ponto de vista, se torna repetitivo e não chega a lugar nenhum, depois de horas e horas gastando salivas e o tempo.
Tudo bem que faz parte, afinal, é sempre bom corrigir o que pode estar indo errado, mas às vezes se torna demais.
Só não vale fazer disso uma rotina, pois existe viu?
Um diálogo, uma procura pelo melhor é definitivamente bem vindo, num é mesmo?
Mas se justificar demais, procurar saber demais, explicar demais é tempo perdido.
Vale muito mais a pena trocar uma idéia de leve e apenas dar um toque no que ta incomodando.

Assim eu acho!

Sem essa de pressionar o outro.
Torna-se mais saboroso.
Quem não vive um “DR” às vezes?

Mas vale lembrar que cansa a relação e sem perceber, é criada uma barreira na vontade de estar perto do outro.

O final fica cada vez mais perto até que se torna fatal.


(Sabrina Receputi)