sábado, 7 de novembro de 2009

Sim, é possível!




O tempo com um tempo faz com que o coração apenas carregue por dentro algo que restou de especial de um momento que foi bom, que foi importante.
O fato de esse momento ter sido vivido e “acabado” esperando ou não por isso existe sim uma alegria em poder olhar e dar um abraço quando é possível ter por perto.
Poder trocar algumas palavras, faz com que as lembranças venham e preencham o dia.
Sem segundas intenções, digo pelo lado do carinho que é possível ficar e ficou.
Fazer um verso em homenagem ao momento, cantar uma canção que lembre um olhar, um sorriso, isso tudo é valido desde que seja com carinho, com um pouco da afinidade que ainda há mesmo que seja até “unilateral”, afinal eu não acredito em um final seco, se existiu um sentimento legal.
Falo isso, me referindo a um alguém que passa pela vida de outra pessoa e deixa uma imagem boa, positiva, mesmo com o final.
Considero muito quando rola uma relação com respeito, de amizade ao terminar um namoro.
Ou seja: Os namorados se tornam ex-namorados e sim “amigos”.
O tempo coloca as pedrinhas nos lugares certos e com calma faz isso surgir desde que seja possível, sem estresses.
A cada dia, vejo que muitas coisas passam pela vida e não necessariamente é preciso viver aquilo até o final da vida, mas sim até o final “certo”, tendo o tempo para deixar um rastro bom, para que possa desejar um bom dia, uma boa tarde, uma boa sorte sem receios!
Apenas, faz parte carregar a sensação da saudade, da lembrança do que foi bom, do jeito que não se esquece e que agrada.
É legal poder pensar ou poder dizer para o outro:
Você soube ser especial!
Sim, isso é possível!
Seguir, independente do rumo, é o que na vida não tem como fugir.
É bom trazer os momentos que marcaram nas caixinhas das lembranças.
Nesse arquivo pessoal e íntimo, vale à pena guardar o que ao lembrar, trás um sorriso.

Saudade, sentimento bom quando é de um momento e especial.


(Sabrina Receputi)

Fofoca? Tô fora!



Pois é, a distorção de um acontecimento é algo que se transforma em um inferno, dependendo do que se trata.
A fofoca é uma coisa muito feia, chata, irritante!
Eu não tenho paciência para aqueles que chegam perto e começam a falar baixinho, contando um caso com a boca escorrendo o veneno de transmitir o fato.
Falam assim:
Nossa! Vou te contar uma coisa, mas oh, morre aqui ta?
Ninguém pode saber.

Putz! Já está fazendo errado só de começar a deixar escorrer esse veneno de cor esverdeada e espumosa.
E quando uma pessoa escuta um assunto e logo vai contar o que ouviu, só que com inúmeras palavras a mais do que na verdade ouviu.
Não sei o que é pior, veja bem:
Quem faz a fofoca ou quem para escutar a informação toda errada ou cheia de pensamentos negativos.
Torna-se um corroído tremendo!
Acho isso até interessante, pois todos nós vivemos em um Big Brother cotidiano, não acha?
As câmeras humanas estão sempre por perto, observe!
O papo é sempre igual ao assistir um ser transmitindo uma fofoca.

Tudo bem que não vou dizer que nunca comentei algo, mas nada que não fosse relevante.

Tem gente que parece viver disso, parece um radar ambulante.



Penso que quem adora esse tipo de coisa, realmente não tem o que fazer, ou melhor, a língua deve coçar tanto que não agüenta ficar quieta.
Ou a vida é tão vazia ao ponto de não ter graça de cuidar da própria vida, deve ser algo monótono.

Acho isso tudo uma falta de respeito, que me dá vontade de mandar pra bem longe quem chega perto de mim querendo falar demais.

Já diz a música de Claudia Leite (Babado Novo):

“Ta na boca do povo, babado, babado novo”


(Sabrina Receputi)

Por onde anda a sua sorte?




Sorte é sorte desde que tenha a sorte de ser sorteado ou de ser sortudo?

Confuso, mas é algo que nunca entendo.
Que sorte é essa que uns tem e outros não?

Por exemplo:

Dizem que quem tem sorte no amor, tem sorte em tudo e não precisa de mais nada.

Será que é assim que funciona?

Tudo bem que ter um amor que transmita a paz no coração, já é uma sorte e tanta mesmo, assim eu acho, mas e você?

Quando se trata da felicidade recíproca, se torna tudo muito mais tranqüilo para respirar e buscar pelo bom.
Mas, e é essa sorte? Onde se acha ela? Será que é tão caro assim para muitos não possuirem?

Quem tem sorte na vida, basta sorrir eternamente.

Para muitos, o que seria "ter sorte"?

Veja bem:

Ter saúde saudável é uma sorte sem explicação.
Ter a sorte no amor é especial demais.
Ter a família por perto é uma grande sorte.
Ter um trabalho bom é algo que deixa a pessoa tranqüila também.
E a sorte no jogo? Nossa! Essa é tudo.
Quem não sonha em ganhar na Mega Sena?

Enfim, fico pensando e buscando em meus arquivos pessoais os diversos tipos de sortes e que para ter esse "kit", parece ser mesmo algo impossível ou pelo menos, muito difícil!

Afinal, onde está a sua sorte? E a minha?
Se fosse algo fácil se ter, nem iria ter graça algumas coisas.
O lance é pagar pra ver e do nada ser atingido pela sorte boa da vida.

Por mais que alguém tenha “tudo” de bom na vida, se não tiver a sorte no amor, não está 100% feliz, isso eu tenho certeza!
Uma pessoa mal amada, não dá nem para tentar ficar perto, tudo por falta de sorte no amor.
Estou errada em falar isso?

Bom, apenas escrevo o que penso sobre determinado assunto.


(Sabrina Receputi)

Nas ondas do rádio.




Hoje resolvi escrever um texto sobre algo que gosto muito, e falarei algumas coisas que pode ser que alguns não saibam.

Muitos ignoram o rádio e apenas usam para ouvir suas músicas preferidas quando percebem estar tocando em determinado momento, mas não sabem como funciona para que chegue até a ele o que está sendo transmitido.




Sinto uma relação interessante do ouvinte com o locutor, pois o ouvinte acaba montando na cabeça uma imagem daquele locutor que se torna “preferido”, sem ao menos saber como ele é na verdade, tudo por causa de sua voz.

As estações de rádios conseguem atingir públicos que outras mídias não estão presentes e acabam se tornando um companheiro diário para aqueles ouvintes “fiéis”.
Existem as veiculações publicitárias, mas as mais usadas são os “spots” que vão 5 a 60 segundos de duração.




Particularmente acho interessante os efeitos sonoros, uma boa voz para fazer a locução, as músicas para a gravação de algum spot, e até mesmo o silêncio ao passar alguma informação, pois são os principais elementos da linguagem radiofônica.
Quando ouço uma programação de rádio, observo os detalhes, observo como são passadas as informações, a maneira em que interpretam.

Quero muito trabalhar com isso também e não vejo mistérios, a não ser descobrir os segredos para que aconteça uma boa transmissão de informações.
Me sinto bem quando gravo algo, quando tenho um contato maior com essa área.
Gosto do modo direto para que essas informações possam ser passadas ara os ouvintes.
Uma boa dicção e voz fazem com que o radialista alcance tranquilamente o ouvinte de forma carinhosa, pois é como eu falei logo a cima, o locutor se torna um amigo no cotidiano dessas pessoas.

Dar ênfase à entonação, à respiração, à atitude, ao ritmo interno e as pausas de tensão do texto são fundamentais.

A sonoplastia ambienta o ouvinte e isso me deixa extasiada.
Claro que não vale abusar dessa sonoplastia, NE?

Os “jingles” são produzidos de forma memorável e envolvente, para que possa mesmo deixar a informação com o ouvinte.
Muitos preferem ouvir CDs a deixar uma estação de rádio ligada, mas, desde que essa estação seja boa, vale a pena.




É importante dar valor a isso também!

Não seja tão infiel com aquele que pode ser seu amigo diário.
Eu ouço rádio, curto as novidades que me oferece.
Surge uma “afinidade”, repare isso.

Claro que não consigo ouvir qualquer estação, tem que ter uma programação que me prenda que me envolva.




(Sabrina Receputi)

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Força do pensamento.

Em que você está pensando?

Até onde você que o seu pensamento vá exatamente?

Em que se resumem esses pensamentos?

Ta aí, eu acredito na força do pensamento!

Sendo de forma positiva ou não, parece criar uma raiz, um rumo onde surge uma força estranha e capaz de fazer acontecer.
É como um imã que puxa o que está dentro da mente.
A todo instante, coisas vão acontecendo e se observar, sempre existe um rastro na mente, bem no imaginário.
Por isso digo que focar no ruim não é nada legal, por que não no bom e bem agradável.
Desejar o mal, o retorno é bem maior. Acaba vivendo esse climão que cria dentro de você mesmo e sem perceber, fica sofrendo por descuidos mentais, pessoais.
Pensar positivo cria uma coisa boa que chega a ser transparente e atinge as pessoas ao redor.
Uma energia boa é sempre boa ter por perto, num é mesmo?
Tenho uma cena na cabeça, como se o pensamento bom fosse uma planta germinando e assim deixando fluir os bons fluidos.
Atrás disso, vem o otimismo e a força do bem só vai se tornando maior.
Ando percebendo que nem tudo o que pensamos é impossível, por isso resolvi escrever um pouco sobre este assunto.

Ou seja, tudo acaba estando em suas mãos além da mente, basta saber até no que pensar.




(Sabrina Receputi)