sábado, 2 de janeiro de 2010

“Dormindo com o inimigo” (?)


Alguém aqui já teve essa sensação de estar dividindo a sua vida com uma pessoa que na verdade não conhece ou pode até conhecer, só que até demais?

Veja bem:


Não tem coisa mais ordinária do que a dúvida no ar, se você está ou não vivendo com um alguém leviano ao ponto de enganar a si próprio.
Pessoas do bem estão em extinção, acredite!
Mas, existem ainda, claro.
Trocar confidências, intimidades, sorrisos, palavras de um amor bom com uma interrogação é muito chato, desagradável e o seu filme pode se queimar com isso, pois passa a imagem de até gostar, mas não é assim que funciona.
O que fazer?
Eu a cada dia com o meu tempo de vida, aprendo um pouco com a escuridão que a vida me coloca às vezes, mas com certa sabedoria e um pensamento certeiro, coisas são descobertas e assim, as respostas de cada perguntinha que surge em um momento de desespero, é respondida.
Sou a favor do jogo da vida, só para ver até onde algumas coisas vão.
Mas, faz bem? Não!
Um amor que proporciona ansiedade não sabe de que ao certo, é desesperador!
Nada como algo tranqüilo, que supre tudo o que existe de bom em uma vida a dois, sem deixar espaços para tristezas, para insatisfação.
Penso que se existe um momento em que surge um espaço para um novo “amor”, é por que as cosias não estão como deveriam ou poderiam estar.
Fingir que está feliz, que está tudo em seu devido lugar, não está certo.
O que é ser sincero hoje em dia?
Eu odeio uma mentira feia, uma mentira onde a verdade está bem na frente de quem insiste em negar algo.
Percebo que só vale à pena morrer pelo o que você sabe ser verdadeiro sincero.
Imaginar um amanhã sem mover montanhas para que aconteça é ficar paralisado no tempo contra você mesmo.
Mudar essa rotina de vida é o correto no momento.
Ouvir aquela voz que só você sabe o que está dizendo, não é uma viagem e sim uma realidade sendo dita na cara.
Ser fiel a si mesmo é o que deve ser a cada dia e mandar embora o que trás as dores, é ser bonito.

Chega de palavras e vamos colocar em prática.



(Sabrina Receputi)

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