segunda-feira, 22 de março de 2010

O pulso ainda pulsa



No tic-tac do relógio a minha vida segue.
Nas batidas de um tambor o coração confirma o "seu" ritmo.
Ritmo que a cada dia fica mais forte e profundo e a pressão de uma saudade aceleram todos os estímulos e extintos levando a ansiedade de não se sentir só.
E mesmo assim, sinto que o pulso ainda pulsa!
Pulsa por tamanha nostalgia e verdadeira falta do "sol", da "lua" brilhando na imensidão que até então, se apresenta escura.

Será?

O que seria de um calor sem um aquecimento, num é mesmo?

Pois é, a vida é cheia de conquistas, apegos e desapegos.

Existe uma ordem a se seguir? Mas, que ordem é essa? Que nó é esse?

A ternura de um sorriso completa o estado "liquido" de tal forma que nem sente a transformação para o estado "sólido".
Será que é fácil acompanhar o meu raciocínio no que se diz respeito companheirismo?

Pois então, nada como fazer o bem para se sentir bem.
Pena que muitos não sabem se quer, diferenciar um querer para o poder.

Eu posso, acredito nisso. Mas, e "você"?

O que tento dizer através deste texto, é que muitos vivem de tudo nessa vida, mas eu admiro uma saudade merecida e gostosa, admiro um companheirismo real, admiro a credibilidade de não estar só e sim muito bem acompanhado e lembrado, mesmo que seja com certa distancia.

Confuso, né?

É para pensar mesmo.

Posso tentar desenhar também.

(Sabrina Receputi)

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