segunda-feira, 22 de março de 2010

Seria tentação?





Quando é possível fechar os olhos e sentir um toque sem saber como é, é algo muito atraente além de curioso. Claro que a sensação é uma interrogação e a vontade atenta ainda mais.
Quando há motivos para evitar, acho válido esse tipo de reação dizendo de cara um “NÃO”.
É uma surpresa quando do imaginário vem à realidade.
Aí dá medo!

Veja bem:

Duas pessoas se encostam e do nada surge um “Q” no ar de bom, atraente.
Não que irá ter continuação, mas mesmo assim não deixa de ser curioso.
Não tem coisa mais perigosa que um beijo quando bate, num é?
Seria tentação?
Sempre rola a lembrança, a fatalidade do medo de um reencontro, apesar de que também rolaria aquele pensamento de que iria ser bom.
Existem momentos que são fáceis de passar por ele e evitar qualquer tipo de mudança, mas e quando surge um acontecimento e assim conseqüentemente uma oportunidade de mudar algo? Ai existe tantas perguntas que nunca se cala por tantos por aí.
Pois bem, vale apena observar se tudo o que sentimos é real, se tudo o que vemos é capaz de ser tocado.
Sentir cada segundo do relógio é só uma questão de tolerância, sem pressa, sem apelar.

O amanhã está muito próximo de cada um de nós, só que nós nunca sabemos onde ele está.

Vamos rever nossos dias?

Sei lá! Talvez seja interessante.


(Sabrina Receputi)

2 comentários:

  1. É possível sentir falta do que nunca se teve?! Enigmas...rs
    Mas o que sei, é da vontade latente de desvendar e buscar por aquilo que se deseja! Render a tentação, quando uma oportunidade real existe!

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  2. Opa! Concordo mais uma vez com suas palavras, moça.
    Esse lance de sentir falta do que nunca se teve é algo de deixar curioso, mas o mais curioso é saber que algo pode ter tido sim, o olhar!

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