quinta-feira, 13 de maio de 2010

No circo do imaginário...



No circo do imaginário o Palhaço abre alas com o seu nariz vermelho e com o seu rosto todo em cores.
Com palavras engraçadas ele desenha nas faces dos que os assistem, gargalhadas.
Os tambores despertam a expectativa criando emoções em sons de bandolim nos olhos de cada um. Isso é incrível!
Batendo os pés no chão, o circo se acende todo com uma iluminação profunda que só quem ta no clima sente.
Uma vibração, uma energia transformando tudo em um espetáculo maravilhoso!
O Palhaço aperta o play e o acordeom libera com suas notas musicais um leão que apresenta uma fúria de ser um animador da esperança em que há de não ser um dos últimos em uma roda de circo.
E o elefante que virou uma cambalhota? Esse fez poses até para os que o admiravam. Mas é muito espaçoso esse “danadinho” gigante. Olha isso!
A serpente dançando “rebolation”. “No creio!”
É muita alegria, é muito brilho.
É algo que só tem quem quer, quem pode.
O Trapezista dando voltas e voltas na tristeza, segurando nos braços do que o fortalece.
Espere! Ele caiu.
Será que se machucou?
Momentos de silêncio e tensão na platéia tomaram conta do lugar.
Espere! Ele está se mexendo, está se levantando devagar.
Sacudiu a poeira disfarçadamente e subiu novamente em seu trapézio.
Isso é fenomenal!
Ergueu a cabeça e realmente fez o show continuar.
O globo da morte se fechou com cinco motoqueiros dentro e a prova do saber é mais forte.
A experiência envolve “TUDO E TODOS”, basta pensarem positivo.
Na magia do Mágico, os instrumentos aparecem e tocam em cada um com uma nota diferente. Mas isso é divino!
Cadê a tristeza que estava pendurada em meu coração?
Esse Mágico fez sumir e colocou em meus olhos um sorriso.
O show vai chegando ao fim e o circo continua em chamas devido ao que não parece existir. Ao acabar o espetáculo, o show continua em cada um como um exemplo de que basta cair para se levantar e sem medo. O circo só começou na realidade e eu sinto que sou muito mais do que penso ser.

Com uma chuva de pipoca a suspirar na multidão, o Palhaço se despede.

Adeus!


(Sabrina Receputi)

5 comentários:

  1. Adorei a parte da chuva de pipoca... qqr dia vou fazer uma precipitação dessa aqui em casa...rs

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  2. Poderei estar presente nessa chuva? haha
    Além d'eu me deliciar com as pipocas, irei adorar!
    Beijo, moça!
    Adorocê!

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  3. muito bacana o texto.. como sempre neh!

    "O mundo nunca eh do modo como pensamos ou queremos. Temos que nos acostumar sempre com os fins dos espetaculos; Alguns deles sao comedias, outros suspenses e muitas das vezes terror, mas no final "Com uma chuva de pipoca a suspirar na multidão, o Palhaço, "que somos nos", se despede"... e tudo acaba acabando.. pois eh, acaba acabando"!!

    *-* bjao..

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  4. Linda, obrigada e adorei as palavras que usou aqui ao comentar. Digo que preencheu o que eu quis dizer.
    Volte sempre!
    Beijos...

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  5. Pode pastel!!! Vai ter pipoca doce de tudo que é cor e salgada de tudo que é sabor! Vou fazer um festival!

    Bjooca!

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