terça-feira, 18 de maio de 2010

"V" de Violeta, "V" de Vaidade.



A vaidade envaidece a voz que vai voando na ventania do espaço.
Vejo voando no horizonte, trazendo desse vendo a simpatia que toca em minha veia vascular. Como um tornado e um milagre vão se espalhando e beijando o meu globo ocular.
Em versos escritos no caule de uma Violeta, peço para que Deus traga o que já é meu.
Com sombras cintilantes eu coloro essa Violeta e ela entorna vaidade.
Com o seu estilo ela vai pintando o mundo com lápis de cera, brincando e vivendo a vida em vaidade esplêndida.
No vai e vem dos ventos que passam por ela, vive Violeta a dançar.
Vocação viral nos ouvidos de quem ouve em baixo tom essa pequena voz tamanha.
Vaidade se enriquece com seu lindo colar de pérolas o pensamento pobre e mutilando os que a invejam silenciosamente.
O ego infla e chama a atenção, mas a sutileza e simplicidade continuam no mesmo lugar.
É bom, é bonito, é saudável!
Vaidade com um perfume macio que é diferenciado por Gregos e Troiano.
É Violeta sorrir com poucas palavras.
Ela não procura por glamour e sim pelo o que gosta de fazer, agora se é um glamour deve ser por que faz parte do conjunto.
A vaidade transforma, é bem vinda e com bons fluídos então, idealiza e ajuda no que tanto pretende.
Essa Violeta há de agradecer muito por cada passo dado e elogiado.



Basta perceber a vontade de brilhar de boa e em paz e observar o reflexo de uma vaidade até mesmo pelo espelho!

(Sabrina Receputi)

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