sábado, 3 de julho de 2010

Existira sempre um início...




No mural da minha memória, retratos de um dia feliz se destaca.
Dia em que uma simples cavalgada me levei a passear pelas trilhas da tranqüilidade e do meu imaginário.
Não tem coisa melhor!
Sonhando se segue e com um ideal, mas com o meu imaginário eu posso tudo.
Me de licença?
É bom brincar no trampolim, é aventureiro derrapar na curva, é maneiro descer no escorregado e girar na roda gigante.
No sinal vermelho, eu não paro! Apenas medito.
No sinal verde, eu nem sigo! Eu prossigo.
E o amarelo? Esse é questão de sacar o que está por vir.
Os sinais se revelam entre si e no meio de tantos carros eu me perco nos faróis e pelo retrovisor eu vejo tudo o que passou.
A ventania que levantou toda aquela poeira nem assopra mais.
A tempestade que assustou aquela menininha e derrubou a sua casa da arvore onde brincava de ser feliz, nem passou mais por aqui.

Sinal que tudo passa e existira sempre um início!

(Sabrina Receputi)

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