quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Nunca... ! ?




No "cala-se e fala-se" da vida na vida, nota-se um cálice, onde um suave vinho adoça uma flor aparentemente solitária, mas nada só.
Olhos que na luz brilham feito uma estrela, observando os lentos passos de uma singela lesma, como também a velocidade traiçoeira de um gato.
Sorrisos sorrindo, e nunca se sabem se é de alegria ou ironia.
Abraços abraçam, e nunca se sabe se são seguros.
Isso faz pensar, faz os pés ficarem cansados, mas nunca desanimados.
A clareza de uma água, nunca será suficiente para refletir que palavras ditas, nunca voltam.
Em madeiras são pregadas diversos pregos, assim são frases arquivadas na mente.
Que tal retirar um prego dessa madeira?
Sim, é possível! Mas, a marca ali permanecera.
Seguir seguindo os rastros calorosos do sol faz do frio fixinha perto da falta de assunto.
Saber lidar com semblantes que nunca se sabe qual ser sincero faz parte e é importante. Vamos ter maldade?

Mas, qual maldade é pra ter?

Nunca se sabe!

...

Ah! Nunca se sabe?



(Sabrina Receputi)

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