sábado, 6 de novembro de 2010

Em um instante




Carros passam velozes por entre pensamentos, tropeçando em letras maiúsculas que se misturam no meio da multidão, transformando em letrinhas banais e assim, freando nos pingos de chuva que varre toda a paciência que ainda existe em um instante.
De olhos fechados, as rodas aceleram! Os batimentos se multiplicam.
De olhos abertos, observa-se que parar enquanto o mundo gira, simplesmente não dará em nada!
Sentir esses granizos de uma dor fria dentro do peito é algo até saboroso, pois faz nascer uma força que não tem explicação dentro de si mesmo!
Proteger uma sensibilidade por tamanha dor é uma grande besteira. A prova de que ha força no dom de lutar é sentir cada momento, sem se lamentar por muito tempo.
Lembranças ficam para sempre e em algum lugar muito bem arquivadas, só que sem a necessidade de lembrar, afinal não teria um motivo já que se foi.
O trem que partiu, partira daqui a pouco novamente, mas para que apanhar o mesmo trem e viver uma história “igual” sendo que de caminho se tornou um atalho?
Siga agora em direção à Estação Lunar, que tal uma nova trilha?
Lá, existe um jardim repleto de flores incandescentes para um brinde especial, não é nada mau um porre de felicidade e brindar a inovação, certo?
Uma historia bem definida, fica arquivada na memória dos que puderam admirar um dia cada momento, mas que com maturidade, soube deixar para trás com a mesma intensidade.
Nada como viver o “hoje” e deixar que o “amanhã” se torne o "ontem" naturalmente.
Para que atropelar as horas cantando pneu junto de uma ansiedade vazia?
Olha lá o Cometa seguindo em frente...
Olha aquela Estrela Guia guiando a escuridão ate o amanhecer...
Sinta esse vento, de frio ele não tem nada. Ele apenas esta refrescando pensamentos.
Realidade foge do que chamamos de saudade.
Fato!


(Sabrina Receputi)

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