domingo, 28 de novembro de 2010

O "Eu" se torna "Você" e "Você" se torna "Eu"





Misteriosamente um “lance” de desejo da noite para o dia começa a acompanhar as manhãs que nos acordam. Ao dormir, os olhos se fecham e ao desenhar a sua imagem, os sonhos arquivam em flashes o play que inicia as tentações de morder a maça que perfuma e hipnotiza esse filme.


Tudo vira uma dança, onde a fantasia é transmitida em tempo real.

É mesmo um sonho?

Pois, no filme com esses mesmos olhos fechados, o “Eu” se torna “Você” e “Você” se torna “Eu”. Quando percebo, “Eu” estou em “Você” e “Você” contempla o meu “Eu”.

Um misto de prazer em sintonia faz do “agora” uma doçura! Contém um sabor único.

Existe uma naturalidade em ouvir o coração bater que em um só ritmo, ele embala essa paixão radiante.

Cenas interpretam a tranqüilidade de ver e viver esse filme. Digamos ser um sonho real!

Meus olhos focam nos olhos que vibram a me ver!

Cuidar da outra “metade” é cuidar de si mesmo, é sorrir com leveza e assim, seguir em um chão firme.

A cada dia, as horas trazem segundos inesquecíveis de um abraço que deixa essa energia passear pelo corpo, sem intervalos.

Uma história de amor merece ser vivida com presença e produzida com carinho. Merece um zelo onde não existam espaços vazios e, muito menos cópias fracassadas de solidão.

Os personagens têm de sonhar acordados e felizes, porque não existe nada que explique a satisfação de estar perto.

Pensamentos voam longe e trazem cada vez mais essa paz!

Essas palavras são de um filme que está em cartaz, em um cinema “secreto” e protegido de curiosos.

Viva La vita!




(Sabrina Receputi)

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