sábado, 22 de maio de 2010

Assim aconteceu com "A Bela e a Fera"



Percebo que muitos não vivem uns amores carinhosos onde o "cuidar" é a cumplicidade dos dois. Ter empatia, crescer na relação e dai sim, abrir o espaço para o amor nascer e permanecer.
A Bela e a Fera por exemplo, é um filme que mostra como é apostar em uma relação, pois foi descoberto que a Fera era na verdade um Príncipe.
A sabedoria deixa você esrtar vivo para os acontecimentos, o equilíbrio é a chave. Conhecer, mostrar o lado positivo e negativo, sem essa de deixar destacado só o "MKT pessoal". Uma escolha correta com a gente mesmo é uma forma de não pertencer varias mascaras. Caminhar lado a lado, crescer junto, dar a mão para que consiga acertar os passos é uma maneira de não ser só mesmo com um alguém especial. Sabemos que existem muitos por ai que não sabem o que é não ser só. Sem pressa, sem aflição, têm que estar habito a deixar alguém se aproximar com verdades. Não é preciso ficar na loucura de encontrar alguém. Vale a pena se curtir, acredite!
Vá ler um livro, vá postar mensagens em blogs.

O tempo esta praticamente em todas as postagens minhas e isso é só porque ele é quem manda.

Esteja conectado ao querer, a você mesmo e com confiança.


(Sabrina Receputi)

Menina...



Uma gota de orvalho desceu do rosto daquela menina que seguia a iluminar a menina dos seus próprios olhos. Cílios encharcados de paixão, segredos embriagados por “luxúrias“ desgovernadas. Castigos mudando todas as direções e a menina que afoga a menina dos olhos tirou o seu diploma dessa faculdade do desamor a muito tempo. O saber é muito mais forte do que qualquer tabaco a entalar garganta abaixo preenchendo o ego de fumaça. Desilusões transformadas em carências. Isso é um perigo!
ALERTA!
A vida inteira para sentir os sete pecados do mundo. A cada dia virado é um dia de gloria a berrar estourando os tímpanos dos cometas que por ela passam a milhares de quilômetros por hora.

Menina que um dia cresceu e foi embora para as surpresas do amanhã, pois o tempo voa.

A chuva cai e lava toda essa sujeira. O que era escuro é visto com muita clareza, pois o tempo soube e sempre sabera o que fazer.
Não remédio a não ser o tempo.
Feridas se fechando, planetas se misturando, madrugadas frias e manhas abençoadas. Um lamento de partida onde o tempo administra com pequenos grãos de areias todas as decisões. O mundo todo percebe que a menina dos olhos molhados faz a prova certa para o mestrado do amor tranqüilo.

Menina que faz dos seus dias um show com luzes radiantes a decolar, musicas e amigos que a querem bem.

(Sabrina Receputi)

quarta-feira, 19 de maio de 2010

"SeM nExO"



Na raiz de uma tigela uma flor desabrocha em couve-flor.
O pintor pinta uma pintura já pintada por Picasso com traços sem nexos.
O trem navega em alto mar enquanto que um navio trilha sobre os trilhos dos meus sonhos.
O pulsar do relógio passa em minhas veias derretendo montanhas de chantili.
Uma tempestade invade a mesa do café por conta dos bolinhos de chuvas que caem do céu.
Um laço laça tudo laçando o laço que desamarra o meu sapato.
O leite que teima em sair dos seios é de aveia e alimenta a esperança que cresce no colo da mãe natureza.
O corpo é aquecido com uma ovelha a percorrer em meu quintal.
Tudo parece tão fabuloso!
O doce do limão enfeita a careta rabiscada em um papel de pão.
O suspiro suspira ao ser mordido por alguém na padaria.
O caranguejo encara de frente a onda que vem de banda.
Nas barbas de um Gênio, Tarzan se sacode a procura do seu amor.

Não importa como ou até onde vai a sua imaginação, o importante é saber se expressar.
Andar pelo Mundo de cabeça para baixo desde que não esteja contrariado.
Tem tantas coisas sem nexos por aí, num é mesmo?

Sem nexo se leva a vida e com nexo eu vejo e escrevo tudo ao contrário.
Basta olhar tudo através de um “retrovisor”.

(Sabrina Receputi)

terça-feira, 18 de maio de 2010

"V" de Violeta, "V" de Vaidade.



A vaidade envaidece a voz que vai voando na ventania do espaço.
Vejo voando no horizonte, trazendo desse vendo a simpatia que toca em minha veia vascular. Como um tornado e um milagre vão se espalhando e beijando o meu globo ocular.
Em versos escritos no caule de uma Violeta, peço para que Deus traga o que já é meu.
Com sombras cintilantes eu coloro essa Violeta e ela entorna vaidade.
Com o seu estilo ela vai pintando o mundo com lápis de cera, brincando e vivendo a vida em vaidade esplêndida.
No vai e vem dos ventos que passam por ela, vive Violeta a dançar.
Vocação viral nos ouvidos de quem ouve em baixo tom essa pequena voz tamanha.
Vaidade se enriquece com seu lindo colar de pérolas o pensamento pobre e mutilando os que a invejam silenciosamente.
O ego infla e chama a atenção, mas a sutileza e simplicidade continuam no mesmo lugar.
É bom, é bonito, é saudável!
Vaidade com um perfume macio que é diferenciado por Gregos e Troiano.
É Violeta sorrir com poucas palavras.
Ela não procura por glamour e sim pelo o que gosta de fazer, agora se é um glamour deve ser por que faz parte do conjunto.
A vaidade transforma, é bem vinda e com bons fluídos então, idealiza e ajuda no que tanto pretende.
Essa Violeta há de agradecer muito por cada passo dado e elogiado.



Basta perceber a vontade de brilhar de boa e em paz e observar o reflexo de uma vaidade até mesmo pelo espelho!

(Sabrina Receputi)

Estrela adormecida.




Uma miragem invadiu os sonhos de uma estrela que dormia sossegada em seu universo.
Uma saudade fez com que rios de lágrimas molhassem aquele travesseiro febril.
Uma solidão fez moradia naquela hora tão inocente e sutil.
Quem dormia, acordou apagada com sede de um beijo, dos olhos de bola, das palavras que um dia foram sinceras, das brincadeiras.
Mas, com o desgaste diario esse fato se separou e o que parecia ser carimbado com um véu foi enterrado com grãos do que passou.
Sim, já rolaram lágrimas, já houve sofrimentos e a sensação de que tudo isso não passou de uma saudade refletida pelo sonho que temia em acordar imediatamente.
Não adianta, não há pedidos para que Deus faça voltar e si que ajude a apagar mais e mais sem ressentimentos todo esse teatro que um dia foi mágico desse palco que hoje é grande demais.
Não tem mais platéias, não tem mais aplausos.
O cheiro que passava pelo ar de satisfação hoje é resumido em futilidade.
Sem lembranças dos erros fatais e muito menos das alegrias. Tudo parou e se tornou uma fotografia de tudo o que foi vivido.
As paredes guardarão toda essa história sem se quer comentar sobre.
Um ponto está em Norte e o outro no Sul.
Sem chances de volta por mais que não sabemos do amanhã.
Não tem tempero e nem solução.
Vai além do pensamento a certeza de que tudo isso se tornou sério por não ter cura, por não brilhar e não ter remédio.
Foi um sonho com assombrações tentando atormentar, mas passou...

Afinal, não vale acomodar com o que incomoda.

Volte a dormir moça singela.


(Sabrina Receputi)

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Cotidiano



Ao amanhecer, abro os olhos e sinto o acordar dos pássaros, a suavidade dos orvalhos e a rigidez no rosto de cada um.
É de enlouquecer quando o despertador da o meu sinal de partida.
Da cama me despeço, estava tudo tão “meu”!
O calor prende todo o meu animo e desejo de não mais sair.
Delírio ao me imaginar ignorando esse que me chama, sendo o dever.
Mas, sei que um compromisso é algo indispensável.
No café, sinais de eletricidade somente na primeira golada queimando goela a baixo.
Na cafeína deposito a minha fé de ver o meu corpo acordando por inteiro, passo a passo.

No caminho, ouço vozes, barulhos de roletas e buzinas.
Uns gritam, outros sussurram e eu ali, apenas observando tudo.
Mas, sei que isso é um detalhe de uma "rotina" que vai fazer toda a diferença em um amanhã muito próximo. De realidade, será uma história.
Pensamentos a mil, mas o silêncio comigo mesma me cala e me supera.
Meus olhos digitam tudo o que vêem, minha mente tem fome para vencer. Minha boca não se mexe em nenhum minuto, mas digo o que penso rapidamente.
A expressão é tudo e minha face é tão talentosa.
Minha alma dança no ritmo do vento que pelas flores passam sacudindo a minha paz e me deixando em êxtase.

Esse frio da manhã me envolve e me amolece, desperta o meu despertador interno e aquece todo o meu “eu” colorindo a minha roupa que até “ontem” era em preto e branco.
Comigo, os sinais que vão passando por mim eu sinto o verde, o amarelo e o vermelho dos meus cinco sentidos pela vida.

A roleta continua girando e eu só estou indo.


(Sabrina Receputi)