terça-feira, 14 de junho de 2011

Será que amar é mesmo tudo?

Quantas batidas tem um coração que não sabe o que quer?
Quantos pensam estar fazendo o certo, mas não sabem o que fazer?
Quantas palavras são jogadas ao vento e sortidas em um pensar?
Quantas vidas têm uma raposa em uma floresta devastada e repleta de ilusão?
Qual o tamanho de uma paciência?
Hum... Isso seria mesmo amor ou engano? Estranho quem se alimenta de "restos" e cria a sua própria historinha em quadrinhos.
Quantas interrogações se espalham pelos quatro cantos do mundo e, em algum momento isso vai se afundar feito o "Titanic".
"Me" leve pra qualquer lugar... Isso é um pedido ao encontrar um Gênio ou até mesmo uma Feiticeira que abriu um sorriso lindo.
Mas espere! Quanto tempo falta para explodir tudo isso? Ouça! Um "tic-tac" está se esgotando por trás dos montes e uma vontade enriquece certo brilho.
Nesse navegar das horas, tudo vai criando um sentindo, e a vontade de ficar longe de uma dor aumentam ainda mais perto do que foi um dia.
"Eu" te amo!
"Eu" te gosto!
"Eu" te espero!
"Eu" te odeio!
Eu... Ordeno por paz.
Nada faz sentido, ou melhor: tudo fez sentido.
Verdades e mentiras se tornaram cúmplices e, a boca fez o favor de contar mesmo que fora do eixo.
Letras e mais letras escreveram um depoimento sentimental.
Quanta bobagem!
Lágrimas deram "luz" a um rio que atravessa a alma e separa algo.
As laranjas estão ácidas e partidas não necessariamente ao meio. Tem um gomo sobrando e com um sabor de libertação, doce e sereno.
Imagine uma estrada longa, essa é a estrada da vida.
Não existe um tentar por algo, tem que existir um querer.
Bobo quem tampa o sol com a peneira e ainda fecha os olhos no final.

Será que amar é mesmo tudo?




(Sabrina Receputi)

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