quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Dizem...

Dizem que quando as pernas tremem, as mãos suam e o coração bate forte é sinal de que é amor.

Dizem que quando alguém esta em uma relação onde há cumplicidade e sintonia, qualquer incomodo é eliminado em um piscar de olhos.

Dizem que quando um amor acaba, abala o coração.

Dizem que os sinais existem e nós é que não acreditamos neles.

Dizem que em nosso DNA mora a nossa raiz.

Dizem que quando a cabeça não pensa, o corpo padece.

Dizem que quem não se arrisca não petisca.

Dizem que a coragem está na vontade de viver.

Dizem que um coração nunca se engana.

Dizem que só é perfeito "pra mim", quando é perfeito "pra você".

Dizem que sonhar não custa nada.

Dizem que quando um novo amor chega e faz moradia, fica estampado na “cara”, escrito no olhar.

Dizem tantas coisas!

Mas, no meio de tantos dizem... Tudo se torna "crível"?

É...

Dizem também, que onde há fumaça, há fogo!



(Sabrina Receputi)

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Nota musical

Nesse gingado eu vou ate o sol raiar

É um “beat” que faz enlouquecer

Ritmo envolvente que também, pudera!

É amor pra cá...

É calor pra lá...

É um sabor acalorado de se aventurar

E em sintonia, nossos corpos se mesclam

Essa “menina” vai alem das dos meus olhos

Em paz tudo se aquece, seguindo o compasso do seu passo

Com laços e serpentinas, o meu carnaval samba pra você

Ouça o repique que soa longe, e te faz suar cachoeiras

Mais claro que o sol em água cristalina

O meu corpo se alimenta do seu

Por isso, sinta o acorde que sai da minha voz

E se entrega pra mim, mais e mais...

Nessa "nota" que se torna musical








(Sabrina Receputi)

domingo, 30 de janeiro de 2011

... Se perdeu





Que dia bom... Bom dia!

Que noite boa, de noite.

Que beijo quente, almeja.

E esses olhos? Me veja!


A distância cansa se não alcança...

O desapego se apega ao entardecer.

A insônia sonha com uma bela manhã,

E o vento bate na porta para encorajar indulgente.


Desejos e pensamentos se misturam,

Escreve um livro, o do viver.

Um medo invade a calma que aflora,

Perdendo a fúria de um poder.


Quem é você que mora em meu coração?

Quem é aquele que virou a esquina?

De quem é aquela paciência?

Para quem foi aquele querer?

Fui-me e... Me vou.


Há tantos caminhos...

Existem tantas rédeas...

Para que tanta coisa?

Existe apenas um grão de areia,

No meio de tantos que, se perdeu.


...


Audio do próprio texto: http://t.co/WpoUIjq


(Sabrina Receputi)