domingo, 13 de fevereiro de 2011

Mais uma vez, o BBB

"Abrindo espaço em meu Blog para a minha amiga, Amanda Sotero. Texto sobre o BBB11, ou seja: Mais uma vez, o BBB".


Muita gente já deve ter se perguntado por que a Globo, ano após ano, investe tanto no Big Brother Brasil se, apesar dos esforços da produção para que pareça sempre algo inédito e surpreende, vemos as mesmas coisas: pessoas aparentemente comuns, que vivem aparentemente situações do dia a dia (como tomar banho de biquíni e sunga, por exemplo) e no final um idiota sem cultura, sem inteligência, sem educação, grosseiro, preconceituoso e que não vai acrescentar nada a humanidade, vence. Então por que a audiência para este programa é garantida?

Podem meia dúzia de intelectuais (ou falsos moralistas) torcerem o nariz para este fenômeno. Mas o BBB é um sucesso, não tem como negar. Dá audiência, gera dinheiro e uma mobilização incalculável. E não importa o quanto a minoria que não gosta fugir para tentar não compactuar com tudo isso. A divulgação é feita de tal maneira que a gente vê mesmo sem querer.

O programa poderia facilmente substituir toda programação que já existe. A começar pelo globo rural e esporte; dezesseis animais soltos em uma jaula agindo irracionalmente, correndo atrás de um milhão e meio de reais. A vida alheia é sempre mais interessante que a nossa. E, pode não ter amor, mas sexo e baixaria, não pode faltar. Pedro Bial pode ser trocado pelo Faustao sem perda de sentido: dois apresentadores metidos a intelectuais e, na falta do que fazer, vai o que tem. É o folhetim típico das novelas, com começo, meio e fim e, apesar de parecer que não, tudo mundo sabe como vai terminar. Com o poder de deuses dos autores, os telespectadores acreditam que também o tem, decidindo o futuro das personagens/participantes. A identificação com o público é sempre imediata; pessoas que vivem isoladas do mundo ser ter noção de absolutamente nada.

Enquanto o público acha que decide o programa, que BBB é cultura e que não existe nenhum tipo de armação, a gente segue daqui, só espiando...





(Amanda Sotero)

Nomes e Sobrenomes

Sabe quando um coração se sente apertado, com vontade de gritar ou até mesmo de saltitar de dentro do peito e, sair por ai sem rumo? Sim, isso sufoca um sorriso que gosta de sorrir livre e solto. Faz dos olhos, uma tempestade.


Defeitos existem em cada partícula que preenche a nossa alma que caminha pelas ruas a pensar na vida que, pensamos conhecer muito.
Pensamentos voam de encontro ao vento que venta frio nesse rosto sombrio que nem dormiu. Melhor fechar as janelas para não causar "danos".

Não tem porque abrir espaço para a solidão ou ate mesmo, para esse "vento" que pensa ser saudável.

O legal é que no meio de tantas coisas, existe o famoso diálogo, onde dois corações podem conversar na força de uma paixão, formando uma história ainda mais sadia, verdadeira e capaz de fazer espalhar as nuvens que às vezes surgem no espaço à procura de um tempo ruim.

Lágrimas limpam os olhos que por uma linda borboleta, se apaixonou e se apaixona a cada dia.

O foco dessa beleza é voar cada vez mais nessa imensidão que se chama Amor e carrega um sobrenome, sendo: Cumplicidade.
Dividir tudo o que vier faz parte, ate mesmo quando se trata de um medo que às vezes se faz de palhaço e vem atentar.

É muito bom valorizar o que conhecemos e chamamos de, Sentimento.

A gente nunca sabe quando existe uma cilada em nossa estrada, mas o que vale é mergulhar no que o coração diz querer e amar com todas as forças, como uma explosão que arranca o mal e deixa fluir a calmaria depois de alguns segundos.

Dizer que ama é algo puro e cantarolado quando de corpo e alma. 

Só sei que quando em uma estrada, existem vários caminhos e a gente nunca sabe se um passo dado é mesmo o certeiro, o que mais realça é focar no brilho que esse encanto tem, esse amor que exala um perfume bom, um mel mais doce que o algodão que dizem ser "doce".

O importante é fazer das palavras, uma forma de expor tudo o que for para o bem, sempre!

Assim, a vida segue mais calma e consciente com o que chamamos de “Agora”.





(Sabrina Receputi)