segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Mano velho

O tempo que vai
No tempo que vem
É o mesmo tempo que temos
Para fazer tudo ao mesmo tempo.
Há tempo para nascer
Há tempo para crescer
Existe tempo para amar sem se quer perder tempo
No tempo que fica marcado na memória.
Em outros tempos
Não existia tempo para o descaso
E em tempos atuais
O que mais existe é o fracasso do tempo que se perde.
O coração bate e faz Tum Tum
O calendário marca junto de um cronometro
Os dias que a saudade não trarão de volta
No meio de tantas lamúrias.
O tempo continua passando
O tempo pede por tempo
E as horas pedem por dias melhores.
É tempo de reviver
É tempo de recomeçar
É tempo de parar, acreditar e dizer o que ninguém mais sabe
Pois só o tempo ira dizer...
Tempo este, mano velho de estradas.


(SR.)

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