domingo, 29 de janeiro de 2012

TEMPO

“Medida de duração dos seres sujeitos à mudança da sua substância ou a mudanças acidentais e sucessivas da sua natureza.
Uma época, um lapso de tempo futuro ou passado.
Ocasião própria para um determinado ato; ensejo, conjuntura, oportunidade.”
Mas o tempo, não segue seu próprio tempo.
E o tempo passa a ser algo de que não se tem tempo a perder.
E o tempo de amar, é o tempo de deixar...
Tempo de se perder, sem saber se vai se achar...
E ainda assim deixar livre o coração, os pensamentos, no tempo, no espaço num canto de armário...cartas, retratos, pedaços seus, só seus.
E a palavra tempo torna-se a fuga para aqueles que se perderam no seu próprio tempo, no tempo de acordar, se olhar, se encontrar, sem que o “outro” seja a bússola, seja a fonte segura, seja tortura, seja mentira, seja o tempo da hipocrisia...
Tempo?
Dias?
Nada disso importa se a travessia é torta...
Acertamo-nos os passos, a direção, e veremos que o nosso tempo é precioso demais para desperdiçá-los com o canto da sereia. Erga-te e vislumbre o que só tuas atitudes são capazes de fazer em seu benefício, não se acomode esperando o tempo passar...
Trabalha, tire forças de onde não há, porque o tempo é lento e não há tempo pra desperdiçar.

Por (Lucimar Santiago)


"Muito bom, Lu. Belo ponto de vista do que conhecemos como tempo. Para alguns tempo este mano velho, para outros amargo, desculpa de fuga, doce. Mas, que jamais deixara de ser um tempo que se passa por nós, tempo vivido, perdido e curtido. Há tempo para o amor, há tempo para o desamor... Haverá sempre uma palavra que se resume em tempo e o traduz, mesmo que ele tenha parado no tempo ou em nossos pontos de vistas. Um abraço!"


(SR.)

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